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DAVID traz Rogério Chaves e Fabrício Pretto como CCOs e reforça criação no Brasil

Rogério Chaves e Fabrício Pretto voltam à DAVID como Chief Creative Officers. O movimento reforça a disputa por lideranças criativas em um mercado pressionado por velocidade, craft e integração.

Rogério Chaves e Fabricio Pretto em capa editorial com aplicação da marca DAVID.

A DAVID anunciou o retorno de Rogério Chaves e Fabrício Pretto como Chief Creative Officers, em um movimento que recoloca a liderança criativa no centro da estratégia da agência no Brasil. A chegada acontece em um momento em que o mercado publicitário revisita estruturas, talentos e modelos de entrega, movimento também visível em outras [mudanças recentes no ecossistema de produção e criação](https://portal.oformi.com.br/noticia/ggg-anuncia-guilherme-grigol-como-socio-e-co-ceo-e-amplia-ambicao-de-producao-para-marcas-1fef00).

A dupla já havia integrado o time da DAVID entre 2018 e 2025. Agora, retorna à agência para liderar a criação do escritório brasileiro a convite de Sylvia Panico, Global Chief Operating Officer da rede.

A nomeação tem peso simbólico para um mercado em que agências buscam combinar repertório autoral, capacidade de execução e proximidade com negócios de marca. Mais do que uma troca de cadeiras, o anúncio sinaliza a intenção da DAVID de fortalecer sua senioridade criativa em um ambiente pressionado por formatos mais rápidos, plataformas fragmentadas e clientes cobrando ideias com maior eficiência cultural.

Para marcas, a chegada de lideranças criativas conhecidas pela própria rede pode reduzir ruídos entre visão estratégica e entrega final. O movimento dialoga com uma fase em que anunciantes tentam equilibrar construção de marca, performance e experiência, especialmente diante da retomada de ações presenciais e híbridas discutida em [movimentos recentes de BTL e marketing de experiência](https://portal.oformi.com.br/noticia/btl-ganha-forca-com-saturacao-digital-e-recoloca-experiencias-no-centro-do-marketing-7d80d0).

A volta de Chaves e Pretto também reforça uma tendência de valorização de lideranças capazes de operar entre campanha, conteúdo, tecnologia e cultura. Em um cenário no qual inteligência artificial acelera produção e multiplica variações de peça, o diferencial das agências tende a se concentrar menos na execução isolada e mais na qualidade da ideia, no craft e na leitura de contexto.

Com os novos CCOs, a DAVID reposiciona sua operação brasileira em uma disputa que envolve reputação criativa, atração de talentos e confiança de clientes. A movimentação acontece enquanto marcas reavaliam a consistência de suas narrativas em múltiplos canais, tema que também aparece na pressão por credibilidade em ambientes de busca e IA tratada em [análise recente sobre Google, ferramentas de IA e marcas](https://portal.oformi.com.br/noticia/google-e-ferramentas-de-ia-fragmentam-a-busca-e-pressionam-marcas-por-credibilidade-65a1ed).