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Gigs nomeia Gustavo Monteiro para comandar América Latina e acelerar conectividade embarcada

A Gigs colocou Gustavo Monteiro na presidência da América Latina. A mudança reforça a disputa por conectividade integrada a produtos digitais, um componente cada vez mais estratégico para empresas de tecnologia e

Gigs nomeia Gustavo Monteiro para comandar América Latina e acelerar conectividade embarcada

A Gigs nomeou Gustavo Monteiro como presidente para a América Latina, posição a partir da qual comandará a estratégia de crescimento e as operações regionais da empresa. Baseado em São Paulo, o executivo assume em um momento em que plataformas de conectividade ganham relevância para companhias que querem transformar serviços de rede em parte do próprio produto — movimento que dialoga com a nova [disputa por pagamentos e infraestrutura digital](https://portal.oformi.com.br/noticia/getnet-escolhe-cristiane-nogueira-como-ceo-e-abre-nova-fase-na-disputa-por-pagamentos-f0a828).

A Gigs se apresenta como um sistema operacional para serviços móveis, permitindo que empresas de tecnologia incorporem conectividade às suas ofertas. Na prática, a proposta desloca a conexão de uma camada contratada separadamente para um elemento da jornada de produto, com potencial de influenciar ativação, suporte, retenção e percepção de valor do cliente.

A chegada de uma liderança regional sinaliza que a América Latina passa a ter peso próprio na execução comercial e operacional da companhia. Para empresas que vendem dispositivos conectados, softwares, plataformas de mobilidade ou serviços digitais, integrar conectividade pode reduzir fricções de entrada e abrir espaço para ofertas mais completas — lógica próxima àquela em que a [conveniência se torna mensagem e atributo de marca](https://portal.oformi.com.br/noticia/uber-leva-friccoes-cotidianas-a-campanha-e-reforca-valor-da-conveniencia-559bbd).

O desafio não é apenas técnico. Quando a conexão faz parte do produto, ela passa a interferir diretamente na experiência prometida pela marca: cadastro, funcionamento inicial, atendimento e continuidade do serviço deixam de ser pontos isolados da operação. Isso amplia a necessidade de alinhamento entre produto, tecnologia, marketing e times responsáveis por relacionamento.

Para lideranças de marketing, a evolução cria um campo adicional de diferenciação em categorias nas quais funcionalidades tendem a se parecer. Uma oferta que elimina etapas, simplifica a ativação ou mantém o cliente conectado pode converter infraestrutura em benefício percebido, desde que a proposta seja comunicada com clareza e respaldada pela entrega operacional.

A nomeação também ocorre em um mercado no qual confiança e controle sobre tecnologias incorporadas aos serviços ganharam centralidade. A cobrança por experiências transparentes acompanha a discussão sobre [confiança em IA e responsabilidade de plataformas](https://portal.oformi.com.br/noticia/confianca-em-ia-supera-entusiasmo-e-muda-a-cobranca-sobre-marcas-e-plataformas-2fba70): quanto mais invisível é a infraestrutura, mais visível se torna seu impacto quando ela falha.