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HDI Seguros lança campanha com Ferrugem e transforma jingle em ativo de marca

A HDI Seguros apresenta campanha com Ferrugem no jingle e reforça uma frente cada vez mais relevante para marcas de serviço: criar memória, reconhecimento e consistência para além da mídia tradicional.

HDI Seguros lança campanha com Ferrugem e transforma jingle em ativo de marca

A [HDI Seguros](https://www.hdi.com.br/) colocou no ar uma nova fase de campanha com Ferrugem no jingle e assinatura sonora proprietária, em um movimento que reforça a busca por lembrança de marca em serviços financeiros e de proteção. A decisão chega em um mercado no qual confiança, recorrência e relacionamento pesam cada vez mais na disputa por clientes, como já aparece em outras frentes de [serviços voltados a públicos estratégicos](https://portal.oformi.com.br/noticia/banco-mercantil-ganha-vitrine-com-tese-50-e-pressiona-disputa-por-clientes-maduros-43b5d8).

A campanha dá continuidade ao posicionamento apresentado pela seguradora no ano passado e amplia a presença da HDI em diferentes canais e territórios de comunicação. O ponto central desta etapa é a construção de ativos sonoros próprios, com jingle e assinatura capazes de funcionar como atalhos de reconhecimento da marca em mídia, conteúdo e pontos de contato digitais.

Para uma seguradora, o desafio de comunicação é diferente do varejo de alta frequência. O consumidor nem sempre interage com a categoria todos os dias, mas precisa lembrar da marca em momentos de decisão, renovação, sinistro ou comparação de preço. Por isso, transformar som em patrimônio de marca pode ajudar a manter saliência mesmo fora do ciclo imediato de compra.

A presença de Ferrugem adiciona uma camada de cultura popular à estratégia. Em vez de usar celebridade apenas como rosto de campanha, a HDI associa uma voz reconhecível a um elemento repetível da marca. Esse tipo de escolha também eleva a exigência de consistência e governança, em um ambiente em que o uso de personalidades e influência já demanda mais atenção das empresas, como mostra a maior [pressão sobre publicidade com influenciadores](https://portal.oformi.com.br/noticia/arb-amplia-pressao-sobre-publicidade-de-influenciadores-e-eleva-risco-para-marcas-2feec1).

O movimento conversa com uma agenda mais ampla de branding: marcas têm buscado criar códigos proprietários que sobrevivam ao formato da peça. No varejo e no consumo, isso aparece em colecionáveis, embalagens, collabs e plataformas comemorativas; em serviços, tende a ganhar força em identidade sonora, linguagem, experiência digital e consistência entre mídia e atendimento.

A lógica é parecida com a de marcas que transformam marcos e produtos em plataformas contínuas, como a [Kopenhagen ao trabalhar seus 100 anos como construção de marca](https://portal.oformi.com.br/noticia/kopenhagen-lanca-iconica-desde-sempre-e-transforma-seus-100-anos-em-plataforma-de-marca-9e8478) ou a Cacau Show em collabs colecionáveis. No caso da HDI, a aposta está menos no objeto físico e mais na memória auditiva, um território relevante para rádio, vídeo, redes sociais, streaming e mídia digital.

Para times de marketing, a campanha também desloca a discussão de mídia para mensuração de marca. Jingles e assinaturas sonoras só ganham valor quando são repetidos com consistência e associados a indicadores como lembrança, busca, intenção, tráfego qualificado, conversão e percepção de confiança. Em um cenário em que [IA, dados e CX](https://portal.oformi.com.br/noticia/cnmd-2026-tera-palco-de-estrategia-digital-com-monday-com-e-reforca-ia-dados-e-cx-b8894a) entram no centro da operação, ativos de marca precisam ser criativos, mas também verificáveis.